sábado, 9 de agosto de 2014

Reportagem - The Last of Us - Evento no Teatro da Comuna - 23/05/2013

http://psgamespower.blogspot.com/2013/05/reportagem-last-of-us-evento-no-teatro.html
A equipa PSGames Power esteve durante a manhã do passado dia 23 no Teatro da Comuna no evento de The Last of Us que decorreu lá.

Texto - Édi Fernandes
Fotos - PSGames Power
Edição - Édi Fernandes 

Ao chegar ao Teatro da Comuna, tinhamos duas portas e tinhamos de escolher uma pela qual entrávamos em direção a um ambiente de caos e destruição, em que a natureza se envolvia um pouco com a civilização, semelhante ao que podemos encontrar em The Last of Us.
Após todos os jornalistas terem chegado, fomos da entrada para dentro do teatro em si, onde encontrávamos também um pouco mais da mesma decoração, sentámo-nos e foram-nos dadas álgumas indicações antes de Arne Meyer e Ricky Cambier entrárem em palco.
Ambos falaram sobre tudo um pouco de The Last of Us, como das personagens já conhecidas,  Joel, Ellie, Bill e mais álgumas, sobre o jogo em si, a maneira como a nova jogabilidade que eles criaram para este jogo afeta todo o jogo, deram-nos álgumas informações sobre a nova demo que estaria ali disponivel para testarmos, sobre os inimigos que encontrariamos nela, como os infectados, que são humanos que sofreram de um fungo e sobre as fases da sua transformação que iriamos encontrar na demo no nivel que tem como nome Lincoln, que é um dos dois niveis disponiveis na demo que lá estava para jogarmos, iriamos encontrar infetados na fase 1 e 3 da sua transformação, em que na fase 1 eles ainda foram infetados à pouco tempo e estão a perder a sua consciencia de ser humano, depois temos a fase 3 em que o fungo já lhes cubrio a cabeça toda e em que eles já não têm visão, detetam-nos através de ondas sonar, também falaram do novo nivel que foi adicionado nesta demo, que tem como nome Pittsburg, em que enfrentamos Hunters, que são um grupo de humanos que se estabeleceram numa cidade em que fazem emboscadas a todos os sobreviventes que por lá passam para lhes roubar tudo o que têm.
No final desta conferência, lá fomos experimentar a demo, demorou um pouco até me habituar aos controlos e à jogabilidade, que dentro deste género de jogo era uma novidade, a maneira como interagimos com o ambiente é fantástica, pelo que se podia ver nesta demo, percebia-se que o jogo foi trabalhado com bastante cuidado e isso nota-se nas animações do ambiente e das personagens, nos gráficos que estão simplesmente fabulosos, a maneira como a natureza faz uma fusão com o mundo moderno da cidade é algo simplemente fascinante,  algo que podemos realmente notar no nivel de Pittsburg é a emoção e stress de estar numa situação de combate, o novo sistema de criação de objectos que atua durante a ação dá ainda mais vida a este sentimento, o jogo não pára para nós criar-mos um medicamento para curar Joel ou uma arma para utilizar-mos no combate, temos de nos abrigar durante um tiroteio e dessidir depressa o que vamos criar, a decisão final pode dar um desfecho diferente ao combate, sem contar que o Joel ao ser atingido por uma bala, fica realmente afetado, a sensação de estarmos a criar algo e que estão a vir na nossa direção ou que andam à nossa procura é algo que realmente nos faz ficar anciosos e nos faz acelarar no tempo (por assim dizer), pois pareçe que os inimigos se aproximam e que o que quer que estejamos a criar, nunca mais fica pronto e que nos vão descobrir a qualquer momento.
A nossa escolha é dificil muitas vezes, porque aquilo que criamos usa materiais que são usados para criar outras coisas e ao criar-mos um, depois se calhar não poderemos criar outro que nos pode ajudar na situação, porque os materiais são escassos, também gostei da maneira como os materiais estão espalhados pelos cenários, no chão no local assim um pouco escondido, dentro da gaveta de uma secretária ou dentro de um cacifo, as munições também são poucas e deu para ver que The Last of Us realmente dá significado à frase “Fazer cada bala contar”, pois não nos podemos dar ao luxo de desperdiçar munição, no inicio deste nivel temos só à volta de 4 balas na pistola e pouco mais de 10 cartuchos na espingarda e à volta de 5 Hunters para combater logo no inicio, um tiro falhado pode decidir o desenrolar do combate, as animações de combate de Joel corpo-a-corpo ou com armas de mão como tubos, também estão fabulosas, depois também temos as animações de pressionar botões nas animações em que se mistura um pouco do formato cutscene com interatividade, para poder-mos por exemplo sair de uma situação de risco como quando um dos infetados nos agarra e está a tentar morder, no nivel de Lincoln vê-se que os criadores deste jogo querem que usemos a cabeça, por exemplo logo no inicio temos de entrar numa área que está fechada com gradeamento e arame farpado, por isso temos de pegar numa tábua grande, que está numa zona do cenário, encostá-la junto a um edificio que está próximo de outro que está dentro da zona do gradeamento, depois temos de subir para o telhado do mesmo, puxar a tábua e usá-la como ponte entre o telhados para atravessar para dentro da zona do gradeamento, também não vou esqueçer a parte em que Joel é apanhado numa das armadilhas do Bill e fica preso por uma corrente em que o contrapeso é um frigorifico e depois tem que lutar contra uma mini multidão de infetados, para se proteger e proteger Ellie, enquanto está de pernas para o ar.
Quando acábamos de testar a demo, tivemos a oportunidade de entrevistar Arne Meyer, a entrevista pode ser vista aqui, no final ainda tivemos direito a um poster que nos foi autografado por Arne Meyer e Ricky Cambier e também nos foi dado um press kit, com ums brindes e um disco com informações sobre o jogo The Last of Us.
(Ricky Cambier à esquerda e eu [Édi Fernandes] à direita)
(Arne Meyer à esquerda e eu [Édi Fernandes] à direita)
(Caneta decorada ao tema The Last of Us, dado viciado com bolsa decorada ao tema de The Last of Us, tubo flurescente, pequeno manual de concelhos chave para o jogo, CD de conteúdos do jogo)

Quero agradeçer ao Miguel Reis, à Vanda e a todo o staff envolvido neste envento, pela atenção que tiveram com a PSGames Power e pelo bom trabalho que desempenharam na preparação deste evento e durante o mesmo, que se podia notar, que foi algo que deu trabalho a preparar, mas que o resultado não podia ter sido melhor.

E não se esqueçam de comentar no final do post o que acharam da reportagem.






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