domingo, 10 de agosto de 2014

Análise PS3 - Hotline Miami

http://psgamespower.blogspot.com/2014/08/analise-ps3-hotline-miami.html
Visual retro, tema dos anos 80 e Miami, uma combinação perfeita.

Hotline Miami é para mim uma das revelações de 2013 na PlayStation, também saiu para PC, mas eu tive o prazer de passar há pouco tempo o jogo na PS3. O objetivo do jogo, por assim dizer, é simples de entender, matar tudo o que se mexe nos níveis, mas isto tem muito mais que se lhe diga. Depois de nos ambientarmos aos controlos, nada de complicado, o resto torna-se uma questão de nos ambientarmos ao próprio jogo que vai desafiar-nos a algo próximo do máximo das nossas capacidades de, direi raciocínio.
Sou um pouco fã de jogos em 2D, dai o meu interesse por Hotline Miami se ter manifestado, quando descobri mais sobre o que seria o jogo então tive de o ter, o ambiente a anos 80 numa retro Miami está algo fabuloso, a história que a Dennaton Games nos traz também não fica nada a trás, vamos jogar ao longo de 15 níveis com Jacket. Jacket recebe mensagens de voz misteriosas no telefone que lhe dão indicações para onde se deve dirigir. Ele é levado sempre a um local onde nós teremos de usar a nossa capacidade tática para criar uma estratégia para eliminar os inimigos que estão em cada nível, somos levados para prédios, discotecas, etc..., onde temos normalmente 2, ou 3, em alguns casos 4 partes, em que limpamos um andar e avançamos para o outro através de escadas, ou de elevador. A dificuldade chega a tornar-se tremenda, os inimigos, que são todos gangsters, cães, ou policias num dos níveis, conseguem ser muito rápidos a reagir, pelo que nós temos de elaborar como vamos massacrar toda esta gente, vamos ter uma variedade de armas à disposição, desde tacos de baseball a shotguns, e até mesmo num nível temos uma frigideira que podemos usar (lá por ser um jogo de ação extrema não quer dizer que não possa ter um pouco de humor), também podemos usar de maneira estratégica as portas, que são capazes de mandar os nossos inimigos ao chão caso choquem com eles quando as fazemos abrir.

À parte disto temos as mascaras. Jacket tem mascaras para usar, no início de cada nível podemos pôr uma, ou caso estejamos a fazer de seguida os níveis, começamos o seguinte com a ultima que usámos, elas podem alterar a maneira como jogamos e até mesmo dar habilidades a Jacket, elas são todas na forma da cabeça de um animal e têm todas um nome. Por exemplo se usarmos a que vai pelo nome de Tony (tem a forma da cabeça de um tigre) ganhamos punhos letais, não podemos pegar em armas, mas cada soco nosso é fatal, ou podemos usar de forma estratégica a mascara de Ted (tem a forma da cabeça de um cão) que torna os cães amigáveis. Temos várias possibilidades, todas as mascaras afetam o jogo de alguma maneira, excepto a inicial que tem a forma da cabeça de um galo. Na versão de PS3 e Vita (vale a pena referir que o jogo é cross-buy, ou seja adquirem a versão de PS3 e recebem a da Vita, ou vice-versa), temos uma mascara extra, elas são 26 (que temos de encontrar ou ganhar nos níveis) e foi adicionada uma extra, com o nome de Russel e a forma da cabeça de um touro, esta muda as cores do jogo para preto e branco, algo que pode dar um toque interessante ao jogo.

Para além da fantástica experiência que o jogo nos providência, temos ainda muito mais para nos entreter, desde colecionar as mascaras, a obter a nota máxima de pontuação nos níveis (que é afetada por combos, se fazemos execuções, tempo que demoramos a acabar o nível, etc...) e a encontrar nos 15 níveis uma letra em cada um, para depois descobrir-mos a frase de um puzzle, para que será que serve depois esta frase?... bem isso já é uma surpresa, digamos que tudo isto não se fica só pela narrativa de Jacket. Ainda temos depois os troféus para nos entreter e levar a dar o nosso melhor no jogo, digamos que um dos troféus é obter a nota A+ (nota máxima de pontuação) em cada nível que atribui notas.

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